Temos coragem para olhar o Mundo nos olhos?

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Conversa com C maiúsculo

A tua pequena dor

Aprender (constantemente)...

Massacre da alma

Amo-te da cabeça aos pés

Porquê?

Meses passados

Outubro 2007

Sexta-feira, 12 de Outubro de 2007

Conversa com C maiúsculo

Hoje um amigo conseguiu pôr-me a (RIR) pensar, noutras perspectivas.
Primeiro é de louvar o carinho e respeito que demonstra pela respectiva namorada.

Aprecio também a força para a vida, quando ela é encarada a bons olhos, quando a pessoa pensa o que lhe acontece não é, necessariamente mau (pelo menos não suficientemente mau para dar alguma relevância). No fundo e retirando exemplos tolos ("Pior era seres raptada por 4 homens de 67 anos que te violavam brutamente atrás da torre de Belém - foi o pior que me lembrei")  tenho pessoas que me amam, tenho amigos, tenho saúde; TUDO o que preciso!


E por isso, obrigada a todos os que contribuem para que eu seja alguém.


À parte disso eis a explicação (resumida), da sua perspectiva relativamente à mente humana e ao amor que achei interessante:

"Eu vejo as coisas como elas começaram, no seu ser mais primitivo e o nosso cérebro é isso, não mudou muito. O homem é um predador é um caçador, foi feito para procriara e mulher, para criar. É por isso que vocês são tão boas a letras e nós em matemáticas, nós precisamos de ver mais no espaço, de raciocinar mais para caçar... isto é o básico.
O amor é apenas um estado psicossomático a médio-longo prazo para assegurar que o macho mantenha-se junto da fêmea, para alimentar as crias, o homem precisa de se "colar" á fêmea. Até um certo momento. É claro que os preservativos foram revolucionar os nossos cérebros, ao fim ao cabo, foram trocar as voltas ao cérebro do homem, que passa a vida a procriar."

"Irrita-me ver homens que as namoradas dizem: ai o meu namorado só tem olhos para mim. É MENTIRA! Não me entra. Pode não ter mais ninguém, não necessariamente olhos para ninguém, visto que tem olhinhos na cara."

"Eu nunca disse amo-te á minha namorada! Porque para eu amar não é dizer uma coisa... amar é rir com ela, andar de bicicleta com ela e ela cair, é abraçar-lhe quando ela está com algum problema, é ajudá-la... amar é um sentimento espontâneo, tipo como a adrenalina, é um género de "adrenalina" que sentes momentânea e que com o tempo, o absorver dessa adrenalina te faz ver que essa pessoa é que te faz sentir bem... é isso o amor para mim. Amor não é dizer amo-te.
Não preciso de provar que a amo... não preciso de frases, ela com actos percebe. Por mais que queiram, não dá... e quando alguém te diz muito que te ama... cuidado... desconfia disso, quem muito fala é porque tem receio...talvez não ama e quer provar à força que ama."


Gostei do decorrer da conversa.



Escrito por Sophieee às 18:45
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A tua pequena dor


A tua pequena dor
quase nem sequer te dói
é só um ligeiro ardor
que não mata mas que mói

é uma dor pequenina
quase como se não fosse
e como uma tangerina
tem um sumo agridoce

de onde vem essa dor
se a causa não se vê
se não é por desamor
então é uma dor de quê?

não exponhas essa dor
é preciosa é só tua
não a mostres tem pudor
é o lado ocultulto da lua

não é vicío nem costume
deve ser inquietação
não a nada que a arrume
dentro do teu coração

talvez seja a dor do ser

só a sente quem a tem
ou será a dor de ver
a dor de ir mais além?

certo é ser a dor de quem
não se dá por satisfeito
não a mates guarda bem
guardada no fundo do peito!

                     ( Rui Veloso e Carlos Tê )
Escrito por Sophieee às 14:13
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Quinta-feira, 11 de Outubro de 2007

Aprender (constantemente) a viver

Parece que seria tudo simples se a vida se nos desse um manual de como viver, ser feliz, ser "tudo e mais alguma coisa", conseguir tudo e nada, ser alguém, ser tal e qual o que idealizamos em nós e muitas vezes nos outros. Porém, tudo tem a sua lógica... Cada um de nós é um ser único e diferente comparativamente a qualquer outro. Se a vida nos desse de mão beijada a "papinha toda feita" se não seriamos todos iguais, seriamos muito parecidos. Como poderia haver alguém/ algo de valor? Até que ponto seria de dar valor a alguma coisa que fosse um objectivo, uma meta a chegar, se tivessemos a resposta e o caminho aberto, em frente dos nossos olhos? Nessa situação ninguém seria especial para nós, nem se destacaria por ter vivido, aprendido e ter arrecadado as mensagens que seriam de destacar em cada situação. Se somos alguém e se temos quem goste de nós é porque alguma coisa correu bem nas cabeçadas que demos.


Muitas vezes só nos apercebemos do valor das coisas quando as perdemos, quando não podemos mais voltar atrás, voltamos de novo a crescer.

Como vivemos está nas nossas mãos, há sempre opções a fazer e cada uma delas vai sendo complementada pelo ínfimo centímetro que crescemos interiormente em cada acto, em cada relação.



"Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."


                                                                                    ( Fernando Pessoa )

Escrito por Sophieee às 23:51
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Quarta-feira, 10 de Outubro de 2007

Massacre da alma

Há momentos em que parece que me foge de entre os dedos, tudo o que já vivi.
Parece que decido que é preciso salientar o passado, para poder avaliar o presente.
Há momentos que me sinto estupidamente mal por  ter pensado assim, outrora.
Há momentos em que volto a cair no mesmo, a massacrar a alma.
Há momentos que preciso de silêncio, preciso de pensar em mim, em ti, em nós.

Escrito por Sophieee às 21:28
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Amo-te da cabeça aos pés

Quando preciso de ti e estás distante em pessoa, aconchego-me num abraço forte, só nosso; deixo-me levar no teu beijo, sem hesitar; sinto a tua mão a percorrer o meu rosto, delicada; vejo-te sorrir, fazes-me ver em ti o que precisava naquele momento.
Mesmo que longe, mesmo sem  palavrear, sem qualquer toque, sem expressão, sinto-te tão perto de mim...
Sonho contigo a cada instante, estás sempre presente no meu pensamento, no meu coração.
Quero dedicar-me a ti com tudo o que tenho e o que não tenho, quero tornar nosso o que outrora fora só meu, quero fazer-te feliz, para poder ser feliz também.

"Não me deixe só
Eu tenho medo do escuro
Eu tenho medo do inseguro
Dos fantasmas da minha voz"
(...)
Fique mais
Que eu gostei de ter você
Não vou mais querer ninguém
Agora que sei quem me faz bem
Não me deixe só
Que o meu destino é raro
Eu não preciso que seja caro
Quero gosto sincero de amor
(...)"                               ( Vanessa da Mata )
Escrito por Sophieee às 20:36
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Porquê?

Porque nos sentimos tantas vezes desamparados quando tudo aparenta estar calmo e seguro? Porque temos dúvidas se queremos seguir em frente ou refugiarmo-nos no primeiro abrigo que aparecer à frente dos nossos olhos? Porque nos sentimos as melhores pessoas e ao mesmo tempo que se não somos as piores, não estamos longe. Porque conseguimos num dia nublado ver o sol e num dia de sol sequer o vermos? Porque muitas vezes queremos perder o que outro fará de tudo para alcançar? Porque uns fazem tanta questão de ser maiores e outros só dão valor ao que é simplório e natural? Porque ir buscar força para lutar quando o que avistamos à nossa frente é assombroso? Porque acreditamos e temos esperança quando tudo parece tão pouco promissor? Porque precisamos de cair constantemente? Porque nos sentimos desfalecer quando tudo corre mal? Porque custa levantar da cama e correr para os nossos sonhos, sem pensar? Porquê?

Vivemos num mar de dúvidas, dúvidas estas que nos fazem ser alguém, crescer e VIVER!

Escrito por Sophieee às 18:12
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